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segunda-feira, 11 de julho de 2011
Área jurídica não preenche vagas por falta de capacidade dos candidatos
Área jurídica não preenche vagas por falta de capacidade dos candidatos
Extraído de: OAB - 10 de Julho de 2011
Área jurídica não preenche vagas por falta de capacidade dos candidatos
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São Paulo, 10/07/2011 - Embora os concursos para ingressar nas magistraturas estadual e federal ou no Ministério Público sejam cada vez mais concorridos, nem todas as vagas são preenchidas. Mais de 11 mil candidatos tentaram uma das 150 vagas abertas pelo concurso do TJ-SP (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo) em 2010 mas somente 90 foram aprovados. Na última seleção finalizada do Ministério Público Federal, em 2007, 83 procuradores preencheram as 148 vagas. A mais recente está em andamento e oferece 114 postos -há 9.505 inscritos. "As vagas não são ocupadas porque não se encontram candidatos profundamente preparados", diz Marcelo Nobre, conselheiro do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
Segundo especialistas consultados pela Folha , o ensino superior de má qualidade é um dos responsáveis pelo deficit de aprovados. Os processos de seleção mais recentes começam a incluir ainda mais conteúdo. Entre as alterações está a exigência de questões relacionadas à formação humanística, como psicologia e filosofia. Nos concursos para procurador e promotor, em que as vagas também não são plenamente preenchidas, as novas disciplinas não são exigidas.
Mas, segundo especialistas, a tendência é que as próximas seleções valorizem cada vez mais questões dessa área de conhecimento. "Não querem mais aqueles que só decorem leis mas também os que saibam refletir", diz Álvaro Azevedo Gonzaga, professor da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica). (A matéria e de autoria da reporter Debora Zanelato e foi publicada hoje na Folha de S.Paulo)
domingo, 10 de julho de 2011
ESSA CALOU OS AMERICANOS!
Repassando...
SHOW DO MINISTRO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO NOS ESTADOS UNIDOS
Essa merece ser lida, afinal não é todo dia que um brasileiro dá um esculacho educadíssimo nos americanos!
Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.
O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr. Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.
"Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.
"Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço."
"Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.
"Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.
"Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
"Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
"Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!
DIZEM QUE ESTA MATÉRIA NÃO FOI PUBLICADA, POR RAZÕES ÓBVIAS. AJUDE A DIVULGÁ-LA, SE POSSÍVEL FAÇA TRADUÇÃO PARA OUTRAS LÍNGUAS QUE DOMINAR.
FRASES CÉLEBRES
“Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira... O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos. Temos aprendido a voar com os pássaros, a nadar com os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.” (Martin Luther king)
"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto"...
(Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86)
(Obras Completas, Rui Barbosa. v. 41, t. 3, 1914, p. 86)
quinta-feira, 7 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
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